Monday, November 09, 2009

Porque é Branco XXXII



(recordações da Terceira, nos Açores)

Sunday, November 08, 2009

Workshops for Modernity




Começou hoje e espera-se que seja notável (não vimos e ainda não lemos críticas).
Mas anunciamos às cegas, só com a crença no MoMA e na própria Bauhaus.
É a exposição Bauhaus 1919–1933: Workshops for Modernity a decorrer no próprio MoMA.
Enquanto não se vê fica a visita ao micro-site criado para esta.

Exposição organizada por Barry Bergdoll, The Philip Johnson Chief Curator of Architecture and Design e Leah Dickerman, Curator do Departamento de Pintura e Escultura.
Em colaboração com Bauhaus-Archiv Berlin, Stiftung Bauhaus Dessau, e Klassik Stiftung Weimar.

Remar para o Adamastor


"(...)
Viu a sogra a tricotar num sofá de veludo, ao lado de uma criatura de cabelos roxos com um colar de bolas amarelas dependurado, como um grampo, do pescoço magríssimo, e principiou a remar para o adamastor através de uma canavial de leques, de jarrões, de contadores, de bustos do avô, de bandejas de aperitivos, de exclamações, de glu glus, de brinquedos de criança, de gargalhadas, de conversas. (...)"

em Fado Alexandrino (1997) de António Lobo Antunes, edição ne varietur pela Dom Quixote

A Cadeira




Não tínhamos relacionado uma coisa com a outra.
Foi o designer Paulo Parra, no meio da conversas sobre a sua colecção e afins, que nos chamou para a parecença.
Acreditamos que Morrison não precisaria de inspirações, mas quem sabe. Era uma boa inspiração. Mas há coincidências destas.
A cadeira Gonçalo (1954), de Gonçalo Rodrigues dos Santos, é um ícone das ruas de Portugal e um sistema engenhoso de misturar tubo e chapa metálica, com uma estrutura em duas partes essenciais: a frente, que tem o assento e as pernas dianteiras; a traseira, que junta o espaldar, os braços e as pernas traseiras.
A Air (2005) de Jasper Morrison é uma evolução de um primeiro modelo de 1999, para a Magis, feita em polipropileno e injectada numa única peça.
Que vivam ambas.

Saturday, November 07, 2009

Porque é Branco XXXII



Booktable (2006) de Arik Levy para a Richard Lampert.

Friday, November 06, 2009

Take Five



Won’t you stop and take a little time out with me, just take five;
Stop your busy day and take the time out to see I’m alive.

Though I`m going out of my way,
Just so I can pass by each day,
Not a single word do we say,
It`s a pantomime and not a play.

Still I know our eyes often meet,
I feel tingles down to my feet,
when you smile that’s much too discrete,
sends me on my way.

Wouldn’t it be better not to be so polite, you could offer a light;
Start a little conversation now, it’s alright, just take five, just take five.

Take Five (1966) de Dave e Iola Brubeck para composição de Paul Desmond.
(momento musical para o fim-de-semana, passando por cima da bela Annie, mas também porque nos vamos e cá não ficamos)

Richard Lampert



Um editor que desconhecíamos mas que não perderemos mais de vista: Richard Lampert.
O bom senso alemão (com uma ou outra desgraça italianada, mas a que fechamos os olhos) com designers que também não conhecíamos (ou apenas um ou outro).
A ver quem tem isto por cá.

Thursday, November 05, 2009

Já Vivíamos Aqui VII



Wednesday, November 04, 2009

Pérola de Cascais: a Valentim de Carvalho






Hoje é uma garrafeira, ou um supermercado ou uma mercearia ou nada.
Em tempos foi um projecto arrojado do Atelier Conceição Silva (com as colaborações de Tomás Taveira, Sá Nogueira e Herberto Helder) para uma loja da editora Valentim de Carvalho (1966), que marcou uma rua de Cascais (muito se deve ter cuspido no prato do disco).
Ainda gostamos de lá passar, mesmo para não ir a lado nenhum (que não o há para ir).
Agradecemos que se mantenha, mesmo que se fossilize, assim como está.

Tuesday, November 03, 2009

Pormenor



Na Rua da Misericórdia, em Lisboa.

Monday, November 02, 2009

Intervenções Rápidas




Sunday, November 01, 2009

O Mar nos Teus Ouvidos

"(...) (Oiço tão bem o mar nos teus ouvidos) (...)"

em Fado Alexandrino (1997) de António Lobo Antunes, edição ne varietur pela Dom Quixote

Saturday, October 31, 2009

Happy Halloween



(imagens: stills de Time Warp em Rocky Horror Picture Show (1975) de Jim Sharman)

One Day



One Day I Will Learn How to Fix Things (2008) de Fred Muram.

Friday, October 30, 2009

King and Queen of America









Mudamos para o álbum We Too Are One (1989) e começamos com King and Queen of America (1990), onde tudo é maravilhoso e vazio.
A bela Annie e o outro fazem caricaturas de duplas americanas (aqui só nos interessa ela) e dizem:

"(...)
Yeah it's the king of nothing
And the queen of rage
With a pile of confusion
Upon a glittering stage
You know we never did anything
To make ourselves feel proud
You know we never did anything
So let's play it loud (...)"

Gostamos de a rever em travestis vários, muito embora saibamos que nos aproximamos do fim.
(imagens e excerto de King and Queen of America (1990) do Eurythmics, no álbum We Too Are One (1989)

Design Gráfico VIII



Gostamos das coisas assim, claras.
Que viva a boa sinalética.

Thursday, October 29, 2009

Pormenor



Bolachas e Biscoitos Triunfo, na Baixa de Lisboa.

Wednesday, October 28, 2009

Já Vivíamos Aqui VI



Tuesday, October 27, 2009

Snapshots dos Anos 70


























Imagens da exposição Anos 70 - Atravessar Fronteiras, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão na Fundação Gulbenkian.

Monday, October 26, 2009

Amália no Museu







Passeia-se bem pela exposição Amália - Coração Independente, no meio da parafernália (olha, rimámos sem querer!) da artista e das memórias do fado (os vestidos e as jóias não vimos, como também ainda não fomos ao Museu de Cera em Fátima).
É certo que gostamos disso.
A exposição podia constituir um Museu Amália (já existe algum?), ali num qualquer canto do Terreiro do Paço (quaisquer 1 000 m2 são um canto no Terreiro do Paço) que seria, sem dúvida, muito visitada por portugueses e estrangeiros.
Levaria lá muita gente, como desesperadamente se quer, e não ocupava espaço (e se ocupasse era a vitória garantida do autarca).
Até pode ser que se conseguisse um maior destaque para os artistas portugueses que homenagearam a artista com um obra, e que foram de castigo para um canto, no fim da exposição.
Enquanto não, rumam as hordas em camionetas turísticas, com ar condicionado, ao Centro de Belém.

(imagens: obras de Pedro Gomes, Pedro Barateiro (a preferida), Leonel Moura, João Pedro Vale e Francesco Vezzoli na exposição Amália - Coração Independente no Museu Berardo)
(nunca perceberemos o site do Museu Berardo)